Obra musical de Eurico Carrapatoso e Augusto Canário interpretada pelo Orfeão Limiano em Caminha

Eurico Carrapatoso e Augusto Canário vão dar, respetivamente, música e letra a uma história de amores e desamores que envolveu o Rei de Leão e uma jovem princesa moura, assim como a esposa do soberano e o pai da rapariga, e que deu origem à lenda que está por detrás do nome do Rio Âncora, que desagua em Vila Praia de Âncora, concelho de Caminha. O tema será interpretado pelo Orfeão Limiano já este sábado, dia 11 de maio, às 22h00, na Igreja Matriz de Caminha.

Em causa está um concerto inédito no qual se vai estrear uma das obras encomendadas pelo projeto Sente a História inspirada na mitologia do Alto Minho.

A iniciativa Sente a História está a realizar 30 concertos em 30 locais históricos do Alto Minho, envolvendo mais de 1500 músicos e 10 municípios. Este é já o vigésimo quarto concerto da iniciativa, que tem como objetivo surpreender o público com novas abordagens e novos talentos.

Para além da Canção da Lenda do Rio Âncora, o Orfeão Limiano vai interpretar um reportório bastante heterogéneo, que incluirá desde música do renascimento, períodos clássico e romântico, até à música pop do Séc. XX.

Antes do concerto, pelas 21h30, realizar-se-à a visita guiada e animada à Igreja Matriz de Caminha, uma das mais vastas e importantes do norte do país. Localizada no interior da muralha junto à Rua Direita, a sua construção iniciou-se em 1488, tendo sido concluída em 1556. É monumento nacional classificado desde 1910. Incorpora elementos arquitetónicos de várias épocas: românicos, manuelinos e renascentistas.

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