Viana: Forte chuva infiltrou-se no Santuário de Santa Luzia mas não provocou danos

A meteorologia dos últimos tempos, marcada por chuvas fortes, tem causado alguns problemas no templo de Santa Luzia. Segundo as imagens do blogue “Olhar Viana do Castelo”, é possível observar que a água destas chuvas se infiltrou no monumento, sem, no entanto, causar danos significativos. Como tem sido hábito nos anos anteriores, a chuva infiltra-se no templo através dos vitrais da cúpula, que se encontram em mau estado. A situação vai ser resolvida com a terceira fase da obra de requalificação de Santa Luzia, que já se encontra em ação.

A empresa especializada responsável pela requalificação da parte dos vitrais e rosáceas já foi notificada deste problema, para tomar as devidas precauções para solucionar de forma definitiva esta questão.

Esta terceira fase da restauração do templo já está a decorrer, prevê-se que tenha uma duração de 150 dias, e terá um custo que ronda os 130 mil euros. No passado mês de setembro terminou-se a limpeza da fachada frontal da igreja. Toda a requalificação de Santa Luzia, dividida em várias fases, começaram em abril do ano transato e prevê-se que tenham um custo total de um milhão e meio de euros. Entre as novidades incluem-se um sistema de contagem dos visitantes do templo, assim como a criação de uma aplicação e de um site novo para dinamizar a promoção turística do santuário.

A Confraria está também a requalificar o espaço exterior circundante do templo, desde 2014. O projeto para o espaço exterior está integrado no arranjo urbanístico e paisagístico da área e contou com a inauguração de um anfiteatro assim como o reordenamento do Jardim das Tília, nas traseiras do templo, num investimento de cerca de 100 mil euros.

Está ainda para terminar a construção de um edifício de três andares, que será um albergue, e que irá acolher a Confraria, sendo ainda o novo espaço dos arquivos e do Museu do Templo de Santa Luzia.

Projetado pelo arquiteto Ventura Terra, o templo de Santa Luzia como o conhecemos atualmente foi construído entre 1904 e 1943, e é hoje um marco da cidade e região. A Confraria zela por aquele santuário, que existia na forma de capela antes da construção do templo, desde 19 de março de 1884.

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